sábado, 27 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Mãe




A Mãe.
O ciclo completo. Madonna dá à luz a si mesma. Seus olhos, seu sorriso, sua expressão forte e impositiva.
Vemos Madonna toda. Como talvez ainda não tinha sido.
E um pequeno presente, um tesouro, sua vida, sua alma.


A nova geração. O poder passado de Madonna para Madonna, de Madonna para Lourdes Maria.
Três mulheres sagradas.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Brasil acolhe Madonna.



A semana de carnaval foi surreal para os brasileiros.

A rainha do pop se rendeu ao carnaval brasileiro e curtiu o calor e toda a festa como uma turista comum, não alguém que seja a pessoa mais famosa do mundo.

E PROVOU que não precisa de escândalos, nem figurinos, nem performances, nem bebedeiras, para ser uma pessoa maravilhosa.
Sua presença foi o suficiente, não?






E se a Rainha do Pop sentou no chão e bebeu água mineral na garrafinha, por quê os reles mortais arrogantes que fazem de um falso glamour um motivo pra viver, falam como se isso fosse uma vergonha?





Sim, nós podemos surpreendê-la.





Obrigado Madonna por ter trazido sua alegria e visto de verdade como é a nossa.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Qual é a sua?




O QUE NÓS QUEREMOS DE MADONNA?








Nas últimas semanas um grande número de imagens descartadas de ensaios fotográficos feitos para revistas e campanhas de moda tem chegado ao público pela internet.
Não sabemos a fonte, não sabemos que tem acesso a isso...








Mas isso tem acendido novamente as discussões inúteis e as notícias tendenciosas sobre a aparência de Madonna.
E a grande questão é:







COMO DEVERIA ESTAR MADONNA AOS 51 ANOS?









Quem não tem rugas aos 51 anos? Quem não tem pele flácida e manchas na pele nessa idade?
Por quê Madonna seria diferente?
Ela se cuida, malha, dança, faz plásticas, rejuvenescimento. Mas ás vezes parece velha.
Nossa sociedade ocidental não tem o menor respeito por velhos.








Madonna deveria ser diferente?
Não.









A verdade é que as pessoas não querem ver Madonna velha. Ela tem a obrigação de manter a imagem sensual que construiu em sua carreira e não tem o direito de sofrer a ação do tempo. Ação que ela mesma evita, mas não adianta.







Então por quê nós mesmo não tentamos rever os conceito de velho, e de Madonna, que nós temos?






Vamos aproveitar também para ter uma conversa com o espelho assim que possível.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

O que dizer das imagens descartadas da campanha Dolce & Gabbanna? Uma série de outtakes tem vazado e nos mostram um excesso de sensualidde que talvez não era o esperado ou marcas de expressão e pele que ninguém espera ver em Madonna, mesmo sabendo que ela tem 51 anos...



A mulher que em mesmo em casa ainda é certa do poder de sua imagem arrebatadora.






Mulher Madonna

A mulher Madonna, mãe, feminina, forte, genitora, a mãe no sentido gerador e protetor, a mulher no sentido feminino, curvo, arredondado e cheio como as vênus de pedra pré-históricas e as vênus de tinta das telas.




Essa Madonna nós estamos vendo na nova campanha da Dolce & Gabbanna (que eu particularmente amo), fotografada novamente por Steven Klein (idem).



Madonna lavando louça e comendo com as mãos? Italiana, cheia, maternal, caseira...como as italianas que inspiraram essas imagens, Ana Magnani, Monica Vitti, Sophia Loren. As italianas sensuais que povoaram a cabeça dos homens décadas atrás.

















Esta mulher é Madonna.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Drowned World Tour: cortes.


Alex Magno é brasileiro, dançarino e por aquelas coisas absurdas que o destino (isso existe?) faz com a gente, foi parar nos EUA, teve seu trabalho visto por Madonna e tornou-se um dos coreógrafos do Girlie Show e 8 anos depois lembraram dele para trabalhar também na Drowned World Tour.




O site Madonna tribe fez duas ótimas entrevistas com ele, onde notamos que ele é muito criativo e comprometido com o que faz.



Mas muitas dessas boas coisas ficam para trás na escolha do que vai ser realmente o show, como por exemplo:



A idéia inicial para Candy perfume girl era que o cara que observa a dançarina seria um assassino de crianças. Haveriam bonecas despedaçadas pelo palco e de longe ele olharia para a dançarina e agrediria as bonecas, e os movimentos de agonia da dançarina revelariam que ela era a própria boneca.





Então, Magno pediu para que fosse feita uma boneca sem rosto para mostrar o conceito á Madonna, mas fizeram uma que parecia uma criancinha. Quando ele levou a boneca á Madonna, ela ficou horrorizada com tamanha violência, já que ela é mãe e ainda o chamou de pervertido, o que fez com que todos rissem muito dele. Então grande parte da história mudou e a performance ficou mais enigmática e menos agressiva.






Ele também coreografou I want you, que seria uma performance belíssima e emocionante, onde Madonna cantaria com um vestido, em movimentos mais contidos, sobre uma plataforma que avançasse sobre o público, mas isso custaria muito para ser montado, então... Quantas maravilhas devem ser perdidas até uma tour estar fechada e estrear????






quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

IMAGEM do ano.

Pra mim, a IMAGEM do ano:




Madonna, a mulher mais poderosa, rica, famosa e escandalosa do planeta, no meio do povo, descendo escadas e sentando no chão da favela de um país de terceiro mundo.






Que a caridade e o amor falem mais alto que tudo no coração de todos em 2010. Feliz ano novo.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

L'uomo Vogue - Novembro 2005








No mês de Novembro de 2005 o mundo estava vendo nascer uma nova fase e a mais estrondosa da década. Confessions on a dancefloor.



Foi uma época muito produtiva.




O documentário I'm going to tell you a secret acabava de ser lançado e Madonna já atacava com o lançamento de seu novo disco, logo após um acidente de cavalo.
As revistas de moda, música e entretenimento do mundo todo se renderam á Madonna nesse período e a versão italiana de Vogue para homens, traz na capa uma Madonna dourada e fluída e dentro um conjunto de imagens disco, coloridas, plastificadas e de beleza glamurosa e jovem.
Mais um trabalho incrível de Steven Klein, que eu não escondo que é o meu preferido.




Toda uma atmosfera de brilho, luzes disco, psicodelia colorida e celebração hedonista nas pistas, um saudosismo de libertinagem sexual mesclada com música gay fetichista disfarçada de libertação adolescente.






E Madonna pescou assim uma nova geração de fãs no meio de uma década marcada por uma falta de novidades essenciais e montes de reinvenções do passado, uma busca frenética que só viu um frescor mais para o fim da década.