segunda-feira, 25 de abril de 2011

Parceria com Patrick Demarchelier

Madonna de volta á cama, após anos de sexo quase explícito.








Mas de maneira muito esperta. Se anos antes estar na cama com Madonna era pesado, chocante, agora ela não tinha mais nada quente para fazer nela, apenas contar umas histórias antes de dormir. Uma mudança radical, mais do que esperta, chega a ser irônica.



Patrick Demarchelier registrou para a divulgação, arte gárfica do álbum, e aqui estão alguns outtakes.












segunda-feira, 18 de abril de 2011

Parceria com Patrick Demarchelier

Patrick Demarchelier retratou para a divulgação de Dick Tracy e para o material gráfico do disco com a trilha sonora mais uma persona da rainha do pop.

Digo isso, por quê na minha opinião, Madonna realmente era Breathless Mahoney naquela época. Madonna era fatal, um perigo, era apaixonante. Tentava mais uma vez agradar no cinema e até que fez bem. Namorava com o super macho que pegava todas Warren Beatty, mas que não era assim o homem ideal para ela e seu enorme ego. Dessa vez foi ela quem pegou ele, um dos seus mais literalmente boytoys.

Mais ou menos um anos antes, Madonna incorporou o visual da mulher dos anos 20 e 30 em Express Yourself e voltava a se parecer com uma para o filme, ambientado nessa época e ainda seguiu um tanto assim em Vogue.


Ela foi a maior gangster dos anos 90.














quarta-feira, 13 de abril de 2011

Parceria com Patrick Demarchelier

Patrick Demarchelier nasceu em 1943 na região da Normandia, França. Começou a trabalhar com fotografia por volta de 1975, se interessando pela moda, trabalhou e aprendeu com grandes nomes como Cartier-Bresson e teve seu trabalho publicado em grandes revistas como Vogue e Harper's Bazaar e Elle. Também fotografou campanhas para grendes grifes entre elas Dior, Luis Vuitton, Calvin Klein, para marcas de cosméticos e foi o primeiro não-inglês a fotografar a família real, principalmente Lady Di.

Grandes celebridades também tiveram imagens capturadas por ele e Madonna teve alguns anos de parceria com ele.





Um dos primeiros trabalhos foi a sessão para a Vogue US de maio de 1989.










Outtake (imagem não publicada)



Uma das maravilhas dessa sessão é retratar uma das grandes mudanças de visual de Madonna, quando lança seu primeiro disco apresentando-se morena, mais adulta e explorando sensualidade de maneira diferente, como se fosse outra mulher que havia nela mesma.

Ela agora já tinha seu espaço no mundo pop, já tinha passado pelo casamento conturbado e agora podia se mostrar sozinha, totalmente segura e dona de sua vida pessoal e profissional. Ela já tinha 30 anos nessa época e não parece.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Gorda




Madonna chegando em 02 de abril no Aeroporto Heathrow, em Londres.





Visivelmente mais cheinha. Talvez por causa dessa parada na carreira, pelo descanso físico, diminuição de exercícios, já que dispensou sua principal treinadora e não sabemos se ela já está fazendo outra coisa. A idade também muda o corpo. 


Seria legal se ela voltasse com seu novo trabalho se permitindo ser como uma mulher de 53 deva ser. Seria uma revolução aos padrões esbeltos que são impostos pela mídia e pelos fãs, e mulheres como Madonna, Cher, Tina Turner, Cindy Lauper já não tem obrigação de se colocar. Melhor pra elas do que pra tantas com a metade da idade e já acabadas.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Dormindo com Madonna



Criatividade ás vezes vem do simples, saber aproveitar uma idéia ou desenvolver alguma coisa.




Lançando um disco que se chamava Histórias para dormir (tradução bruta), nada mais apropriado que vestir um pijaminha!!!!!! Só que aí Madonna inventa uma festa, junta um monte de gente de pijama e pronto!!!!



E ainda veste depois uma camisola, senta na cama e lê alegremente uma historinha infantil pra todo mundo!





Simples e genial. Mas não sejamos preconceituosos. Olhemos para algumas outras artistas e vejamos quando elas realmente tem boas idéias.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Banda da Madonna

Breakfast Club e Madonna, á direita.


A banda não era da Madonna. Mas era como se fosse, tudo é dela, quando ela está por perto.


Um começo interessante para um ícone do pop. Seu espírito livre procurou a liberdade de uma bunda punk, daquelas que vive onde quer, toca onde pode, fala o que pensa. Ou talvez nem tanto, mas Madonna aproveitou muito bem.

sábado, 26 de março de 2011

Herança de liberdade na dança



Martha Graham, coreógrafa, dançarina americana (1894-1991) foi uma mulher revolucionária. Sim, ela revolucionou a dança, de herança fria e rígida do Ballet, secular e marcado pela influência dura do comportamento e pensamento do homem pós-renascença. Martha quis respeitar o corpo humano e sua movimentação natural, sua articulação essencial, da constituição pura do nosso corpo, sopro divino, criação bela. Sem torturas, sem agressões, sem limitações para mover-se para expandir espaços e flexibilidade.


Martha pensou como mulher, enfrentou como mulher e influenciou a dança, iniciando o que hoje são a dança contemporânea e a moderna, fluindo essa liberdade e consciência para o jazz e daí por diante.



Pearl Lang foi solista da companhia de Graham e foi quem acabou dando aulas de dança para Madonna qunado esta decidiu que levaria a dança a sério como profissão e mesmo que já tenho dito em entrevista que não usava nada da companhia em seu trabalho, obviamente trazia seu aprendizado de lá, e foi quem exigiu um comportamento sério e regular de Madonna para que ela se encaixasse num grupo, e que não se isolasse num mito criado por ela mesma. Diz Pearl que viu na petulância de Madonna um sinal de que ela era alguém incrível.
Seja como for, Madonna incorporou essa herança de liberdade em seu corpo e foi mais uma abençoada com essa técnica libertária.

E vimos que isso tem tudo a ver com sua personalidade, assim como Madonna também influencia dançarinos, artsitas pop em seus shows e tem já tão natural em si essa movimentação claramente aberta e expansiva.




Isso é um convite á nossa exploração da beleza do corpo, seja ele como for e o que podemos fazer com ele, para o bem, para a arte.



quarta-feira, 23 de março de 2011

O poder da beleza

Segundo semestre de 1998. Filmagem do video para "The power of goodbye", com direção de Matthew Rolston, quarto single do álbum Ray of light.


Tristeza, solidão, um clima de total imersão em sentimentos densos. A presença da água e da fluidez em todo o clipe. Em algumas cenas, uma ondulação leve sugere até que aquilo se passa debaixo da água. No final, Madonna desaparece no mar revolto, no clima frio e nublado.

Cabelos escuros novamente. Me emocionou na primeira vez em que assisti, na estréia na MTV.


E ainda assim nos presenteia com tamanha beleza.